COMENTARIOS SOBRE ASSUNTOS DIVERSOS RELACIONADOS COM O NOSSO DIA A DIA, CRISTIANISMO E POLICA.
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
JERÔNIMO FORA DA DISPUTA EM ABREU E LIMA
domingo, 30 de setembro de 2012
sábado, 24 de dezembro de 2011
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Numero de Vereadores não foram Alterados
Em toda oportunidade que tenho de falar sobre o tema, causa surpresa minha afirmação de que o número de vereadores não aumentou,necessariamente, com a entrada em vigor da Emenda Constitucional n.º 58/09.
A Constituição Federal (CF), com a nova redação, estabeleceu 24 faixas que fixam o limite no número de vereadores. A depender do número de habitantes, os municípios poderão ter até 55 parlamentares.
Ocorre que a Constituição estabeleceu LIMITES e não número determinado de vereadores. Cabe à Lei Orgânica do Município estabelecer esse número, observando sua população e o novo limite determinado pela CF.
A título de exemplo, o Município do Rio de Janeiro, conforme dados do IBGE 2009, possui 6.186.710 habitantes. Com base na nova redação trazida pela EC 58/09, um município com população entre 6 e 7 milhões de habitantes, como é o caso do Rio de Janeiro, PODERÁ ter ATÉ 51 vereadores.
A Lei Orgânica do Rio, em seu art. 41, estabelece que é de 42 o número de vereadores da Câmara Municipal. Isso significa que o Rio de Janeiro passará a ter 51 vereadores? De forma alguma, continua a ser 42 o número de vereadores.
Agora, nada impede que a Lei Orgânica do Rio de Janeiro seja alterada, aumentando ou, até mesmo, diminuindo o número de vereadores. O que o município tem que observar é o LIMITE definido pela nova redação do inc. IV do art. 29 da CF. Quem define o número de vereadores de um município é a Lei Orgânica. Insista-se, a Constituição Federal definiu LIMITES.
Por fim, é de suma importância frisar que, caso o município pretenda alterar sua Lei Orgânica Municipal, para redefinir o número de vereadores, é recomendável, face ao recente posicionamento do Supremo Tribunal Federal, que tais alterações sejam realizadas antes do início do processo eleitoral, definido com as correspondentes convenções partidárias. Ressalte-se, ainda, a ausência, na nova redação, do termo “proporcionalidade”, prevista na redação anterior da CF.
* Escrito por Rogério de Almeida Fernandes, Auditor do TCE-PE e co-autor do livro Vereadores (Reflexões acerca dos entendimentos dos Tribunais de Contas e Cortes Judiciárias).
http://www.atitudetocantins.com.br/index.php?ctt=noticia.php&IdNoticia=5275
terça-feira, 24 de agosto de 2010
PRIMEIRA HABILITAÇÃO

quinta-feira, 24 de junho de 2010
JULGAMENTO MORAL E CIVICO
Por Wilmar Marçal
A frieza das letras manifestadas por alguns defensores na instância jurídica, data vênia, muitas vezes frustra a população que aguarda um judiciário firme e comprometido com o bem público. Mas é preciso obedecer e acatar, pois, segundo se sabe, é uma análise realizada com a arte e a ciência da razão e não da emoção. Esse viés argumentativo tem tirado muito ladrão da cadeia, absolvido muitos traficantes e amparado pedófilos que são liberados e continuam machucando crianças e famílias. Essas possibilidades de contar com defensores deve e precisa continuar, pois a todos é permitido a ampla defesa e o contraditório. Lamentavelmente não se pode julgar com a emoção, razão pela qual, talvez, ainda existam muitos problemas sociais no país, pois os atos malditos coadunam com a perpetuação da impunidade. Em outros países, quem comete um erro, morre duas vezes: primeiro de humilhação, depois retirando a própria vida pela falta de dignidade em continuar convivendo com pessoas de bem. Mas no nosso querido Brasil... muitos fazem e acreditam que “não vai dar em nada”. Todavia, como diz a própria Constituição Brasileira, “todo poder emana do povo e em seu nome deve ser exercido”, está na hora de uma reação popular para o exercício prático do bem: sem armas, sem violência e sem lágrimas. Com a mesma frieza que o judiciário é peculiar em suas análises, a população, bem organizada, tem muito mais poder do que qualquer Juiz, data vênia. Basta querer e se organizar. Sem vaidades, sem trampolins, mas com ordenamento e inteligência. Especificamente sobre os parlamentares “escolhidos” pelo povo, é possível sim avançar e execrar esses bandidos que sempre são reeleitos e se dizem representantes do povo nas respectivas Assembléias. O povo pode legislar com muito mais sapiência, no momento em que mantiver viva a memória de todos, nutrindo a lembrança com a boa informação em jornais e mídia comprometidos, verdadeiramente, com a causa coletiva. Chega dessa conversa fiada de “segredo de justiça” e “blindagem privativa”. Bandido é bandido.. É preciso destacar, em grande escala, os nomes daqueles que usurpam o dinheiro público, roubam a esperança de muitos e perpetuam a falsa bondade de atender os munícipes, prometendo mirabolantes projetos e recursos. Quem viaja pelo interior do Paraná pode constatar que as cidades estão empobrecidas, com poucos investimentos em infra-estrutura, muita gente desocupada e doente. Cabe-nos como cidadãos e cidadãs uma reação natural e pacífica. Analise, pense, estude a vida dos candidatos a qualquer cargo público e vote. Vote de acordo com sua inteligência e coerência. Não se pode mais admitir que a população ainda se renda aos hipócritas, mentirosos e mentirosas. Só assim será possível um julgamento moral e cívico que, certamente, não encontrará habeas corpus em qualquer jurisprudência para liberar os pérfidos e os enganadores. Façamos cada um de nós a nossa parte. Vamos ensinar a pescar e parar de assistir algumas pessoas recebendo o peixe de graça.
* Wilmar Marçal é professor universitário e ex-reitor da UEL./Pr.
wilmar_pr2010@hotmail.com
segunda-feira, 15 de março de 2010
VOTO OBRIGATÓRIO vs VOTO FACULTATIVO

terça-feira, 6 de outubro de 2009
ADIADO O SONHO DOS SUPLENTES
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
AUMENTO NO NUMERO DE VEREADORES

quinta-feira, 9 de julho de 2009
ABREU E LIMA TEM NOVO SECRETARIO DE HABITAÇÃO. CÂMARA DA POSSE AO VEREADOR PEDRO DA IGREJA

terça-feira, 7 de julho de 2009
A BIBLIA MAIS ANTIGA DO MUNDO É COLOCADA NA WEB
A Bíblia Cristã mais antiga conhecida atualmente foi colocada na web hoje pelo projeto Codex Sinaiticus, mas o texto com mais de 1.600 anos não se parece com aquele que você encontra nas igrejas de hoje.
Encontrada em um mosteiro no deserto do Sinai há mais de 160 anos atrás, o Codex Sinaiticus foi escrito a mão e inclui dois livros que não são parte do Novo Testamento oficial e pelo menos sete que não fazem parte do Velho Testamento.
Juan Garces, curador do projeto na Biblioteca Britânica, disse que não está surpreso em ver que o texto é diferente daquele que conhecemos hoje, já que a Bíblia foi modificada com o passar dos anos.
A digitalização facilita a leitura daqueles interessados em conhecer um texto tão antigo (com ferramentas como zoom, por exemplo) e também permite que os leitores destaquem uma palavra no meio do texto ou procurem por passagens específicas.
O manuscrito contém a Bíblia Cristã em grego, incluindo a cópia mais antiga já conhecida do Novo Testamento (o Vaticano possui uma cópia datada do mesmo período). Cópias antigas de porções individuais da Bíblia Cristã também existem, mas não como parte de um texto tão completo como esse.
O Codex Sinaiticus também inclui muito do Velho Testamento adotado pelos primeiros Cristãos gregos e também inclui livros não encontrados na Bíblia Hebraica classificada como apócrifa pelos Protestantes.
Veja o manuscrito clicando aqui e visite o site do projeto Codex Sinaiticus clicando aqui.
Creditos: http://www.baboo.com.br/msn08/content.asp?z=300&id=35712
domingo, 28 de junho de 2009
CORRUPÇÃO NO BRASIL

Mas pra quem gostado tema e quer pano pra manga, aí vai o link do
MUSEU DA CORRUPÇÃO
terça-feira, 23 de junho de 2009
SAUDE PARA QUEM TEM DINHEIRO

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
POLICIA MILITAR DE PERNAMBUCO

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
BANDA LARGA 3G DA CLARO
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
NUMERO DE VEREADORES NA IMINÊNCIA DE SER AUMENTADO EM 7.554 VAGAS
CCJ DO SENADO quer mais 7.554 vereadores Publicado em 11.12.2008
BRASÍLIA – A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou ontem, por unanimidade, a proposta de emenda constitucional (PEC) que aumenta em 7.554 o número de vereadores no País. Os senadores optaram, no entanto, por desmembrar a PEC em duas, deixando para o futuro a apreciação do segundo artigo da proposta, já aprovado pela Câmara, que reduzia os percentuais de repasse das receitas dos municípios para as câmaras. Se este artigo fosse aprovado, os gastos com as câmaras de vereadores seriam reduzidos à metade. Em 2006, esta despesa foi de mais de R$ 7,5 bilhões.
Quando for definitivamente aprovada pelo plenário do Senado, a chamada PEC dos Vereadores será promulgada e deverá entrar em vigor imediatamente, dando posse a 7.554 suplentes de vereadores das eleições de outubro passado. Esta possibilidade, segundo o relator da proposta no Senado, César Borges (PR-BA), está clara no último parágrafo da PEC já aprovado na Câmara. A expectativa dos vereadores é que sua votação seja concluída ainda neste ano, mas não há essa garantia por parte de todos os líderes. “Quanto mais demorar a aprovação final, mais difícil será para a Justiça Eleitoral querer retroagir”, ponderou o relator.
A matéria, que agora segue para apreciação do plenário do Senado, recompõe quase integralmente a redução imposta em abril de 2004 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e referendada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), quando 8 mil vagas de vereadores em todo país foram eliminadas. Apesar do aumento do número de vereadores, não haverá aumento de despesa. Isso porque, quando o TSE reduziu o número de vereadores, não se reduziu os repasses. “Algumas câmaras começaram então a fazer a “galinha gorda” com as sobras de recursos. Poucos foram os que tiveram critério de devolver o que sobrou”, argumentou o relator César Borges.
No final da votação, os senadores da CCJ foram aplaudidos de pé por um grupo de vereadores que acompanhava a votação. O relator admitiu que o Senado adiou a votação da PEC para depois das eleições municipais deste ano em razão da pressão dos presidentes das câmaras municipais. Eles temiam que a aprovação da redução do orçamento inviabilizasse o funcionamento do Legislativo municipal.
Ainda que aprovada pela Câmara, a outra parte, a de redução de custos, dependerá de outro processo integral de votação no Senado – passando por comissões e plenário. FONTE: Jornal do Comercio edição de 11/12/2008. Ver posicionamento do Presidente da UVP , João batista -
MATÉRIAS VINCULADAS
Para UVP, aprovação agora cria “enorme confusão”
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